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Lenda de 1950Editar

Não-Canônico. Opa! Você está prestes a ler um artigo ou seção de um personagem, evento ou lugar que não existe no universo das Histórias da Turma da Mônica, caso queira ler, é melhor saber que nada disso está relacionado a Turminha, podendo ser de outras realidades, e portanto, não faz diferença nenhuma para o desenvolvimento das edições.
Jumenta Voadora (lenda)

A lenda de 1950 foi baseada num boato depois da derrota do Brasil na Copa do Mundo.[1] Quando estavam terminando a construção do estádio do Maracanã para a Copa no Brasil, uma praga lançada por Muminho em um dos construtores assustou a Jumenta Voadora, que voou do barranco e morreu.

Antes disso ela ainda salvou a marmita de seu dono, mas não pôde impedir a morte. Depois disso, a caveira da Jumenta Voadora ficou enterrada logo abaixo do gol, e por conta disso, Barbosa, o goleiro, não conseguiu defender o gol, fazendo com que Brasil perdesse a Copa.[1]

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História Real Editar

Em Sococó da Ema, uma cidade perto da divisa entre São Paulo e Minas Gerais, existia uma mulher que ajudava as crianças carentes, distribuindo comida para elas em tapauérs.[2] [3] No seu quintal, havia um cavalinho alado de madeira, com orelhas muito grandes, e, apesar de ser um cavalo, se assimilava muito a um jumento, levando as pessoas a dizerem que "vão na casa da Jumenta Voadora", que na verdade iriam na casa da moça.[4] [5] Ela tinha uma filha que era cheia de ciume e inveja.

Em 1994, no Dia das Bruxas, a filha da Jumenta Voadora estava indo para a festa à fantasia que estava acontecendo na cidade,[6] e no caminho ela se deparou com sete crianças fantasiadas também indo para a festa. A menina odiava todas as crianças pois achava que sua mãe dava muita atenção para elas, e para assustar o grupo de 7 crianças colocou um crânio de jumento na cabeça e galhos no lugar das orelhas, urrando e amedrontando as crianças. Mas ela não reparou que o crânio atrapalhava sua visão, e quando percebeu foi tarde demais: imediatamente, ela caiu do barranco.[7]

Em um tempo indefinido depois, um incêndio destruiu toda a casa da Jumenta Voadora [8]. Só restou uma porta vermelha, intacta, qual a chave era feita de ossos.[8] [9] Atrás da porta, a mãe da menina matou as 7 crianças que ela pensava serem "culpadas" pela morte de sua filha, envenenado-as, e fez um cemitério simbólico para elas.[10] Essas sete crianças foram apelidadas de Filhos de Umbra, e após virarem espíritos malignos, protegem o crânio que virou algo muito perigoso.[11] [10] [12]

Dia da Jumenta Voadora Editar

Depois que a jovem moça que distribuía tapauérs morreu, criaram o Dia da Jumenta Voadora em sua homenagem, continuando com a tradição de distribuir comidas dentro dos tapauérs. Segundo a lenda, no Dia da Jumenta ela visita todas as crianças do mundo distribuindo comidinhas dentro dos seus potes plásticos.[13]

Coletânea de Lendas Editar

A Origem da Jumenta Voadora Editar

Saltitando pelo campo caipira do Nhô Fuinha, a jovem Jumenta cantarolava quando apareceu um vilão narigudo. Ela estava ocupada tirando a vaca alemã do brejo, até que caiu no buraco. A vaca foi embora e deixou a jumenta caída no buraco. Ela fez diversas coisas durante seis dias, e neste sexto, enquanto cantarolava uma pequena canção, ela atraiu um tico-tico que se penalizou com a situação da jumenta e resolveu ensiná-la a voar.[14]

No sétimo dia, a jumenta alcançou voo. O vilão narigudo que tinha saído para caçar tico-ticos com seu bodoque avistou a Jumenta voando, e como era muito mau e invejoso, atirou mamonas na pobre coitada, que perdeu seu olho esquerdo. Não satisfeito, o vilão novamente atirou mais mamonas na Jumenta, que perdeu o segundo olho. Sem enxergar nada ela seguiu em frente, e foi atropelada pelo trenó do Coelho da Páscoa. Ela caiu e morreu.

A Fila do Banco Editar

É revelado que A Fila do Banco é uma lenda real.[15] [16] Jumenta estava na fila do banco, indo depositar uma maionese que tinha acabado de fazer. Os caixas do banco eram muito lerdos, e, depois de uma semana, a Jumenta foi atendida. Porém, sua maionese já havia estragado. A jumenta ficou tão furiosa que transformou todos os caixas em lesmas, e dizem que eles atendem mais rápido agora.

A Geladeira do Terror Editar

A Geladeira do Terror

Existia uma linda e formosa mulher que, após comer metade de uma deliciosa lasanha, guardou a outra metade num pote plástico e colocou na geladeira. No dia seguinte ela começou uma dieta para emagrecer cinco quilos, e a partir daquele dia começou a comer somente couve-de-bruxelas.

Esquecendo do pote plástico, ele começou a apodrecer na geladeira, e se transformou numa poça asquerosa e cheia de bolhas. Aquele cheiro podre tomou forma ectoplásmica e se tornou a Jumenta Voadora. A menina agora estava magra, e ao atender o telefone, ouviu uma voz dizer que ela tinha esquecido a lasanha na geladeira por sete dias. Agora ela teria que pagar, com dinheiro ou tiquete-refeição.

Notas de rodapé Ajuda

  1. 1,0 1,1 Mauricio Apresenta Nº 9 - Todas as Copas do Mundo, Pág. 55
  2. Turma da Mônica Jovem Nº 74 - Umbra, Pág. 90
  3. Mônica 1ª Série - Nº 94 - A Festa do Dia da Jumenta Voadora!, Pág. 17
  4. Turma da Mônica Jovem Nº 74 - Umbra, Pág. 91
  5. Mônica 1ª Série - Nº 94 - A Festa do Dia da Jumenta Voadora!, Pág. 19
  6. Turma da Mônica Jovem Nº 74 - Umbra, Pág. 88
  7. Turma da Mônica Jovem Nº 74 - Umbra, Pág. 89
  8. 8,0 8,1 Turma da Mônica Jovem Nº 74 - Umbra, Pág. 92
  9. Turma da Mônica Jovem Nº 74 - Umbra, Pág. 93
  10. 10,0 10,1 Turma da Mônica Jovem Nº 74 - Umbra, Pág. 94
  11. Mônica 1ª Série - Nº 94 - A Festa do Dia da Jumenta Voadora!, Pág. 19
  12. Turma da Mônica Jovem Nº 74 - Umbra, Pág. 95
  13. Mônica 1ª Série - Nº 94 - A Festa do Dia da Jumenta Voadora!, Pág. 15 há 20
  14. Mônica 1ª Série - Nº 8 - Lendas da Jumenta Voadora, Pág. 24
  15. Mônica 1ª Série - Nº 8 - Lendas da Jumenta Voadora, Pág. 35
  16. Mônica 1ª Série - Nº 8 - Lendas da Jumenta Voadora, Pág. 12