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Dona Ismerarda

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Dona Ismerarda
Informações de Fundo
Informações do Personagem

A Dona Ismerarda era a esposa do Nhô Caquim, vó de Dona Cotinha, e bisavó do Chico e de Mariana. Atualmente falecida, foi mencionada pela única vez em Chico Bento Nº 244.

Características e traços Editar

A única vez em que podemos observar a aparência de Ismerarda é em um único quadrinho específico, onde é visto uma foto sua quando já era idosa.[1] Nesta foto, ela é vista com a pele enrugada e de cabelos brancos, utilizando um vestido rosa com detalhes roxos (da mesma cor que seus brincos).

Sua personalidade não é explorada, apenas sabemos que ela era muito querida, principalmente pelo seu falecido marido, Nhô Caquim, que era extremamente apaixonado por Ismerarda, e a chamava sempre de "tisoro".[2] Sendo assim, ela era uma boa pessoa, e manteve uma relação de longa data com seu marido.

História Editar

O tesouro do bisavô Caquim Editar

Em sua primeira aparição, ou melhor, menção, já que ela não é vista, e sim, apenas mencionada, foi em Chico Bento Nº 244. Na historinha, Chico encontra, em um antigo baú de sua mãe, uma carta com um mapa, com os dizeres da localização do "tesouro" do Nhô Caquim, bisavô do Chico Bento. Curioso, Chico vai em busca desta "pedra preciosa" mencionada na carta, junto com a ajuda de Zé Lelé. Depois de percorrer um longo caminho, eles encontram uma casa abandonada.

Adentrando no local, eles descobrem outra carta, nela, revelava que, na verdade a pedra preciosa era uma mulher, chamada Dona Ismerarda, esposa de Nhô Caquim. Sem entender, Chico vai em direção a sua casa, para encontrar a sua mãe, e esclarecer o assunto. Dona Cotinha explica que Nhô Caquim, seu avô, morava na Vila Abobrinha, e sua futura esposa, a Dona Ismerarda, morava em uma casa muito longe dali, por isso, ele resolveu fazer um mapa para nunca se perder durante o caminho entre a casa de Ismerarda e a Vila.

As cartas que Chico encontrara eram o único meio de comunicação do casal, por causa da distância, e o "tesouro" de Nhô Caquim, nada mais era do que a própria Dona Ismerarda, sua pedra preciosa. Mostrando que ele, apesar de ter pouco, era muito "rico" por causa de seu amor.[3]

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Aparições Editar

Turma da Mônica (Editora Globo) Editar

  1. Chico Bento Nº 244 - O tesouro do bisavô Caquim (Somente Mencionado)

Referências Clique no ícone para mais informações sobre as referências.

  1. Chico Bento Nº 244 (Ed. Globo) - O tesouro do bisavô Caquim, Pág. 13 (quadrinho 6)
  2. Chico Bento Nº 244 (Ed. Globo) - O tesouro do bisavô Caquim, Pág. 4 (quadrinho 1 e 2) e Pág. 13 (quadrinho 3)
  3. Chico Bento Nº 244 (Ed. Globo) - O tesouro do bisavô Caquim, Pág. 14 (quadrinho 7)

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